ASTROSOFIA

ASTRO-FILOSOFIA - ASTROLOGIA SIMBÓLICA - ASTROLOGIA PITAGÓRICA - A CIÊNCIA DOS CICLOS OU CICLOSOFIA - ASTROLOGIA ESOTÉRICA, COLETIVA & MUNDIAL
"ASTROLOGIA PROFUNDA PARA UM MUNDO MELHOR" - CIÊNCIA & FILOSOFIA NOVAMENTE UNIFICADAS PELA SÍNTESE!"
Eis que vimos a Sua estrela no Oriente e viemos homenageá-lo." Mt 2,2 (sobre os Reis-magos astrólogos)
"Eu (acredito em Astrologia porque) estudei o assunto, e o senhor não." Isaac Newton (a um crítico da Astrologia)

Disse uma sábia, fazendo eco a Newton, que "a Astrologia não é uma questão de crer, mas de conhecer" (Emma C. de Mascheville). E este se revela o único grande problema, ou seja: o de conhecê-la de fato, coisa dificultada ora pela sutileza de seus postulados, ora pelos desvios que sobre ela se acometem a partir disto. Mas nada disto desmente a sua importância histórica, que tem norteado os rumos das civilizações por milênios, sendo mesmo hoje respeitada sábios e presidentes.
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domingo, 8 de janeiro de 2012

O “juízo final” de 2012 –um “fim dos tempos” relativo



O conceito tradicional de “juízo” espiritual, representa uma certa “seleção da espécie” no plano cultural da existência humana.
A compreensão das realidades que cercam os “juízos” cíclicos, envolvem sutilezas de consciência e de valores, pois necessitam acontecer dentro do plano de livre-arbítrio humano. Nem todo juízo é “universal” e de todo “final”: tal como a morte de alguém representa um comparecer ante Osíris apenas para aquele indivíduo que morre, o fim de uma raça-raiz –tal como ocorre em 2012- tampouco denota um acontecimento supremo ou final para o planeta –que, ainda assim, quando vier, será um fim relativo, mais como uma mudança de condição, sucedido por certa regeneração.
No caso da transição racial, como sucede agora, o assunto deve ser visto antes como uma iniciação do que como uma morte, ainda que a morte (real ou virtual) possa integrar o quadro das iniciações e vice-versa, mais especialmente na conclusão da evolução humana.
O “final dos tempos” é uma realidade cíclica, talvez menos espetaculosa do que imagina o vulgo, mas seguramente sucedente em certa medida em todos os planos. Sem dúvida, o tema envolve sutilezas, até mesmo no plano físico, as quais o leigo não alcança captar, mesmo no plano físico. Que dizer então nos planos mais sutis?! O profano não alcança estas coisas, como Jesus já advertia há muito, pois passa a vida inconsciente das realidades mais importantes. O homem burdo não atenta bem para a “tragédia” da sua condição espiritual e até moral, uma vez que o seu “ser” está condenado à extinção ou mesmo ao purgatório e ao inferno. Por isto, ele tampouco se apercebe de outros “juízos” que eventualmente lhe toca viver como ente coletivo.
Tratemos, pois, de explanar sobre este assunto, em função de hora tão pertinente como é o ano de 2012, quando todas estas realidades efetivamente vêm à tona.

O “Fim dos Tempos” nos Três Mundos

Um “mundo” ou um tempo de evolução, diz respeito a um contexto tripartite, quer dizer: físico, psíquico e espiritual.
No plano físico, o juízo racial revela certamente uma crise que -felizmente-, pode ser mais semelhante a uma enfermidade que a uma morte. Existem de fato iniciações, nas quais a crise e o padecimento é uma realidade marcante em todos os níveis. Porém, embora ela possa levar à morte física, este não é o seu objetivo, mas sim levar à imortalidade espiritual e conduzir a uma cura sobrenatural, por assim dizer. E tal como alguns se salvam de tais provações individuais –a chamada “crucificação espiritual”-, alguns também se salvam nas provações ocorridas nas transições raciais, servindo para este fim símbolos como o da arca de Noé.
Assim, o mundo sofre e padece, em função das ações destrutivas do materialismo do Kali Yuga, em crises evidentes o suficiente para assinalar um estado de caos na civilização. Fica evidente que a ordem cósmica está transtornada, e que as coisas já não serão como eram antes.
No plano psíquico, temos a crise moral, produzida pela quebra de todo um sistema de valores, no caso, patriarcais, mas também os valores naturais são comprometidos sob o caos imperante do Kali Yuga, quando o revisionismo e o questionamento das coisas atinge a própria sobrevivência da espécie em muitos níveis. Disto já tratamos em outra parte -ver a matéria “O Conceito de Fim de Mundo”.
Finalmente, talvez aquilo que é o mais importante de tudo, e também o mais sutil, diz respeito à razão-de-ser da condição humana, que é e a sua capacidade de evolução espiritual. É bastante conhecido o conceito de reencarnação
Não é casual que o Apocalipse trate do tema da segunda morte, relacionada ao “juízo final”, destinando as almas pecadoras ao “lago de fogo” não para purificação, mas para extinção (a “segunda morte”).
A vida humana –devidamente caracterizada pelo livre-arbítrio- é uma dádiva superior, e como tal ela também é superiormente custodiada. Por obra e graça dos Senhores, o ser humano tem condições de reencarnar para evoluir, sempre e quando “entre no caminho” naquela existência que lhe foi dada conhecer. De outra forma, o seu destino poderá será extinção pura e simples, ou reencarnar para saldar os seus pecados, após um período nos submundos cármicos. A possibilidade de reencarnar, se reduz àqueles que são dotados de um mínimo de luz, para quem o elo com a verdade não está totalmente rompido e que não desencarnam em pecado mortal.
Datas como o 2012 definem o “Círculo-não-se passa” racial, quando a Antiga Aliança entre Deus e a Humanidade termina, para se realizar uma nova, adaptada aos novos tempos e trazendo novas revelações. Quando Jesus diz que o céu e a terra passarão, mas as suas palavras não, refere-se que na Nova Era o seu ensinamento perdurará, mas sobreposto por profecias e revelações que ele mesmo também anunciou.
Alusões calendáricas
Em termos calendáricos, a noção do Juízo estava baseada em várias culturas antigas no valor 52 (ou 50) como numeral e como fractal, em diferentes escalas, uma vez que o valor cinco “controla” e depura o quaternário da evolução humana. Da seguinte forma:

52 anos = ciclo individual
520 anos = ciclo étnico
5.200 anos = ciclo racial
52.000 anos = ciclo mundial
Comentemos, sumariamente.

O período individual (ou geracional) de 52 anos, também chamado “jubileu” entre os hebreus ou “Fogo Novo” no mundo maia-nahua, pode parecer curto para uma existência humana nos padrões atuais, quando o ser humano vive mais. Contudo, além de dar a base numeral para ciclos maiores e se harmonizar com o próprio cânone racial áryo de valor “5”, também pode indicar aquele momento em que as opções de um ser humano se tornam definitivas, acionando assim um certo juízo particular. É como se, a partir desta idade, já não fosse possível começar empresas importantes, tocando antes colher aquilo que se semeou.
O caráter renovador do ciclo de 500 anos, também estava muito bem definido pelos Antigos, onde os egípcios chamavam de “ciclo da Fênix”, marcando também profundamente a história hebraica -sinalizada pela destruição do templo, símbolo da alma racial. Aqui são os períodos étnicos que sofrem uma provação, e as sociedades demandam se refinar e renovar, quiçá colhendo e redimindo os seus pecados coletivos.
O ciclo racial de 5.200 anos, está apontado por alguns calendários ao redor do mundo, e tem o seu destaque na data de 2.012, na transição para o Sexto Sol ou (quiçá em 2.025) para a Sexta raça-raiz, acarretando em transtornos civilizatórios de impacto mundial. A crise atual será todavia pronunciada, porque prepara o Supremo cataclismo ao cabo da quarta ronda (ver item seguinte), já que se trata esta da última raça e também a derradeira era astrológica a acontecer neste período mundial.
Finalmente, o ciclo mundial de 52.000 anos, trará a suprema provação para a humanidade, e tampouco deverá tardar muito mais, devendo acontecer ao cabo da Nova Era, uma vez que estamos na quarta ronda de evolução humana, na qual evolui a quarta espécie humana (homo sapiens), dentro de um período de 4x13 mil anos portanto. Após isto, a humanidade sobrevivente dará origem a uma raça de super-homens e o planeta ascenderá espiritualmente em definitivo.

Para maiores detalhes sobre estes ciclos, ver a nossa obra “A Espiral do Tempo.”

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