ASTROSOFIA

ASTRO-FILOSOFIA - ASTROLOGIA SIMBÓLICA - ASTROLOGIA PITAGÓRICA - A CIÊNCIA DOS CICLOS OU CICLOSOFIA - ASTROLOGIA ESOTÉRICA, COLETIVA & MUNDIAL
"ASTROLOGIA PROFUNDA PARA UM MUNDO MELHOR" - CIÊNCIA & FILOSOFIA NOVAMENTE UNIFICADAS PELA SÍNTESE!"
Eis que vimos a Sua estrela no Oriente e viemos homenageá-lo." Mt 2,2 (sobre os Reis-magos astrólogos)
"Eu (acredito em Astrologia porque) estudei o assunto, e o senhor não." Isaac Newton (a um crítico da Astrologia)

Disse uma sábia, fazendo eco a Newton, que "a Astrologia não é uma questão de crer, mas de conhecer" (Emma C. de Mascheville). E este se revela o único grande problema, ou seja: o de conhecê-la de fato, coisa dificultada ora pela sutileza de seus postulados, ora pelos desvios que sobre ela se acometem a partir disto. Mas nada disto desmente a sua importância histórica, que tem norteado os rumos das civilizações por milênios, sendo mesmo hoje respeitada sábios e presidentes.
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segunda-feira, 11 de maio de 2015

TRADIÇÃO E MISTÉRIOS DA QUINTA IDADE DE TRANSIÇÃO


O Quinto Elemento tem sido sempre um grande segredo da Tradição de Sabedoria. Geralmente ele é visto como um dom de alquimia, de enobrecimento e de integração. Nas Doutrinas do Tempo este princípio também existe, porém de forma enigmática e rara, como se pertencesse a um Tempo além do tempo...
Desde o Livro de Daniel, se conhecem menções sobre as Idades do Mundo e uma Quinta Idade misteriosa, vistos na forma de “impérios” todavia. Não muito distante, o poeta e mitólogo grego Hesíodo conferiu ao Ocidente informações sobre as "Eras do Homem", sem detalhar porém sobre espaço ou tempo.

Dhyani Budas
No mais, existem menções indiretas ou simbólicas –não obstante sempre importantes- dentro de tradições antigas como a hindu (talvez a budista também) e as meso-americana, entre outras.
Hoje se conhece algumas doutrinas importantes sobre a questão, merecendo destaque a ótica oriental dos Brahma Kumaris e a tradição ocidental dos Cronocratores, a qual remontaria não obstante à Pérsia. Estas visões trabalham com ciclo milenares ou aproximados, entre outros, e os ciclos dos Kumaris quase se identificam aos das Idades divinas de Fiori, salvo na diferença das datas.
Aquilo que merece destaque aqui, é o tema da Quinta Idade, presente em todas estas tradições, pese os mistérios que sobre ela pesa. No geral o trato popular tende a omitir o assunto, uma vez que as fontes pouco dizem a respeito, que representa ademais uma espécie de excepcionalidade dentro do quadro das Idades, quando não se trata de algo colocado de forma a questionar ou debater.

Uma recensão histórica

Assim, desde a Antiguidade se sabe sobre uma Quinta Idade, aquela que também se chamou de “Quinto Império”, cuja natureza de transição dificulta no entanto a sua compreensão e inclusão na exegese. Passemos pois a uma breve recensão textual e semiótica do assunto.

Hesíodo interpõe uma quinta e misteriosa “Idade dos Heróis” entre a Idade de Bronze e a Idade de Ferro, coisa esta de difícil compreensão, salvo talvez dentro de universos culturais paralelos como ocorreu em séculos mais recentes através das correlações entre Américas e Europa, onde não obstante os “heróis” pertenceriam ao contexto (sul)americano “alheio”. Contudo, Hesíodo parece tratar de Idades reais (milenares ou mais), e não de simples ciclos sociais, donde remontarem a Cronos (sugerido assim uma natureza de Manvantara).
Em Daniel, temos uma imagem bela e expressiva do tema, salvo a interpretação "reducionista" (social) que o profeta confere. Através dos pés do gigante metálico do sonho de Nabucodonosor, a idéia precisa a divisão especial da quinta Idade do mundo, intercalada entre duas Eras distintas. Sua dupla composição ferro-barro alude, de um lado, à conexão com a anterior Idade de Ferro na velha Era, ao passo que o “barro” reporta a situação frágil porém “modeladora” dentro da nova Era, ou senão uma dissipação final das coisas, quando a ordem social retorna ao caos original sob distintas formas de anarquia. No mais, existe também a Pedra destruidora, que seria o Islã, e nisto o mesmo espectro volta hoje a rondar a Europa e o mundo. Adiante voltaremos a este assunto.

World Drama Wheel
Para os Kumaris, o tema da Idade do Diamante até merece destaque, apesar do tempo exíguo que se lhe atribui: dois séculos meramente para a grande transição da Era completa, prazo que corresponderia antes à transição interna das próprias Idades metálicas, e não ao seu conjunto ou das Eras solares.*
Finalmente temos a Doutrina Cronocrator, hoje resgatada após seu esquecimento desde o final da Idade Média. A menção à Quinta Idade sobressai aqui, tácita  e juntamente com os semelhantes ciclos sociais, através das variantes das correlações astronômicas com as conjunções de Júpiter e Saturno, o que torna certos ciclos “variáveis”.**

Ciclos da atual evolução brasileira segundo o Calendário Cronocrator

Nisto tudo, as imagens nahuas e as fórmulas orientais também têm dado a sua grande contribuição para enriquecer e completar o tema, tal como nos temas do ollin e de sandhya/sandhyana (ver adiante), relacionados à transição dos ciclos, parcial ou geral.
Tais coisas têm permitido, pois, conferir uma visão bastante clara, ao final, do misterioso tema da Quinta Idade. Através destes elementos, podemos determinar o caráter milenarista, formativo e restaurador da Idade do Diamante, vista como um Quinto Milênio interno ou qual período intercalado entre as Eras.
Uma análise do símbolo nahua nos permitirá conhecer melhor estas questões, a seguir.


O Ollin: símbolo de movimento & transição

Os mistérios profundos do tema da Quinta Idade derivam em parte das complexidades das Filosofias do Tempo, porém, naturalmente existem aspectos acessíveis.
Não se deve esperar que os mais requintados detalhes sobre os calendários sejam fáceis. Mas quando chega uma grande transição de ciclos, os “detalhes” podem chegar a adquirir uma grande dimensão e importância! Os mistérios da Quinta Idade (ou “Império”) dizem respeito, especificamente, aos mecanismos de transição de tempos.
Nenhum dos antigos comentaristas das "Eras do Homem", tratou do tema das cronologias de forma mais explícita ou científica, senão de maneira vaga, mitológica e poética, sendo que Ovídio omite a misteriosa “Idade heróica” de Hesíodo (que este situa provavelmente de maneira deslocada, porque deveria estar ao final). Amiúde, vemos inclusive colocações curiosas, mesmo nas escolas modernas que tratam de detalhar e precisar as coisas.

O símbolo nahua ollin, acima e ao lado, significa “movimento”. Sua natureza remete à quintessência e se aplica a diferentes ciclos e grandezas. A estrutura geral é semelhante à do Caduceu mercurial, como se observa abaixo, à diferença do ollin ser mais simétrico ou mandalizado e conectado à ideia solar de centro, e o caduceu mais verticalizado e conectado à ideia da árvore, polo ou eixo.


Ollin não representa, porém, “apenas” mais um ciclo como os outros (como costuma ser interpretado), e sim também o fractal-de-transição de um todo. Na numerologia e nas Filosofias do Tempo, fractal é a fração proporcional de 1/10 de um todo, destinado a resumir e encerrar um ciclo qualquer.
Considera-se tradicionalmente, porém, esta fração decimal tanto no começo como no final dos ciclos, somando assim 1/5 do tempo total dos ciclos. Na Doutrina do Manvantara, o fractal inicial é denominado sandhya e o fractal final é chamado sandhyana. Entre os maias, um dos símbolos que corresponde a ollin é o de Hunab Ku, abaixo.


Nota-se aqui alusões às quatro idades e as transições internas (sandhya & sandhyana), sendo que a Grande Transição está representada ao centro –o ollin em si mesmo.
As Eras astrológicas que antecedem imediatamente o final dos ciclos zodiacais, também possuem naturalmente esta função de transição –são os casos de Leão e Aquário, por exemplo, em relação ao Zodíaco sideral de 26 mil anos.
Na Teosofia se fala de sete ciclos raciais e sub-raciais. Alguns teósofos esotéricos questionam porém estas divisões, ou ao menos oferecem padrões alternativos. Na ótica maianista das Eras solares de 5 mil anos, existem apenas cinco Eras no Ano cósmico. Este ciclo maior pode ser dividido de muitas maneiras, basicamente as mesmas que dividem os valores 24 e 25. Vale notar então que uma divisão quaternária de 6 mil anos também encontra respaldo na Tradição, e pode star presente nas profecias através de símbolos como os Querubins de Ezequiel.
No caso da Era solar de 5 mil anos, os fractais ocupam dois períodos de 500 anos, somando assim mil anos na dupla-transição de entrada e de saída. 
A chamada Quinta Idade, representa enfim o grande fractal de transição construído pelo conjunto das Idades, ou da Era solar que termina e da Era solar que começa, e que acaba interpenetrando-lhes: na primeira como síntese rematadora e na última como força criadora, tendo as classes sociais como instrumentos.
O diagrama abaixo traz o ollin da Pedra do Sol asteca, com o qual, mais que qualquer outra coisa, visamos sugerir algumas destas situações.


O nome tradicional da Pedra do Sol é “Casa da Águia”, e as “garras de águia” que aparecem na imagem (segurando corações) são os fractais-de-transição, ao passo que as idades estão representadas nos quadrados que cercam a efígie central da deidade solar Tonatiuh. Cada fractal é a síntese de um par-de-idades, o fractal “Diamante Branco” (energia convergente ou espiritualista) visa resumir as Idades de Ouro e de Prata a que darão origem, ao passo que o fractal “Diamante Negro” (energia divergente ou materialista) é a síntese das Idades de Bronze e de Ferro que lhe dão origem.
Por si só, as garras já sugerem cinco unidades (séculos, no caso). Os corações “vitimados” são essências, núcleos espaço-temporais, ou mesmo sínteses fundadoras. Pois esta é que representa a verdadeira Era dos Heróis, tendo ademais caráter messiânico.
Num certo sentido, os símbolos que correspondem ao ollin no Ocidente são os emblemas “solares” como a suástica e o laubaru celta, ao lado. Estes símbolos demonstram, pois, um quaternário sendo dinamizado e integrado, semelhante ao dinamismo social e à própria iniciação espiritual.
Contudo, as cruzes gregas ou de cavalaria, não deixam de fazer alusão ao tema, aquelas mesmas que depois ornariam as caravelas que vieram descobrir o Novo Mundo, como herança templária de antigos cavaleiros-monges convertido em intrépidos navegadores.




Neste aspecto, tampouco podemos descartar o símbolo oriental do Tao, onde se contemplam complementos e hierarquias, e não obstante a quintessência poder ser entrevista no seu movimento externo (antigos ying-yang) e na própria harmonia interior (novos ying-yang), está sobretudo no seu próprio conjunto devidamente integrado.

Sobre as Idades do Mundo

As Idades Metálicos do Mundo representam períodos históricos que abarcam vários impérios, estando presente em distintos calendários da civilização, seja o ciclo solar de 5 mil anos ou o Manvantara de 12 mil anos.

Existe uma conhecida classificação das transformações da cultura universal em termos de Mito -> Epopéia -> Filosofia -> Ciência, que pode ser aplicada seja ao conjunto das Idades ou mesmo aos ciclos sociais que as integram.
De uma forma convencional, as divisões acadêmicas da História mundial se encaixam neste tema, pese sua enorme imprecisão matemática (com todas as distorções disto resultantes), em parte devido à ignorância ou o não-reconhecimendo das transformações culturais da “Primeira” Antiguidade (Arcaica).

Divisões Acadêmicas da História (Era Solar de 5 mil anos)
1. Antiguidade Arcaica. Da escrita (Sec. XXX a.C.) à Homero (Sec. VIII a.C.).
2. Antiguidade Clássica. De Homero (Sec. VIII a.C.) à Queda do império Romano (Sec. V d.C.)
3. Período Medieval. Da Queda do império Romano (Sec. V d.C.) à Tomada de Constantinopla (Sec. XV d.C.)
4. Modernidade. Da Tomada de Constantinopla (Sec. XV d.C.) à atualidade (Sec. XXI d.C.)

Quanto ao “Quinto Império”, sabemos se tratar de um império “misto” euro-americano, inclusive como um fator pós-moderno de transição. Corresponde mais ou menos àquilo que a Teosofia fala das sub-raças de transição da Quinta Raça-raiz (árya ou euroasiática), focalizadas nas culturas germano-latinas, norte-americanas e sul-americanas.
A dupla natureza do Quinto Império se traduz –para usar a imagem do sonho de Nabucodonosor- em que a Europa mantém a energia da velha Idade Ferro e a América adquire um caráter de barro, seja para forjar algo novo, seja face a dissolução moral do império americano.
As Américas vivem o seu próprio ciclo, relativamente autônomo, embora tenha prevalecido durante esta primeira metade da Idade Adamantina a geopolítica do Setentrionalismo ou Atlantismo. Porém, há indicações de que a América do Sul, especialmente o Brasil, se acha organizando algo mais consistentes. E é possível que no segundo ciclo-Fênix (ou de 500 anos) do milênio, desponte como uma nação universalista. As chaves socioculturais para isto já estão sendo conferidas, através da Sociologia do Novo Mundo.

O Império do Divino

Na esteira deste tema, também emerge, pois, o calendário profético de Joaquim di Fiori, caminhando praticamente a par com a Idade Diamantina transeônico. Pois num certo sentido, a Doutrina joaquinita das Idades Divinas representa um segmento das Idades Metálicas milenaristas, havendo inclusive formulações em Fiori de cinco e até de sete idades.*** A chegada de São Francisco de Assis naquele momento, serviu como elemento de corroboração desta teoria cíclica, e mais tarde seus seguidores viram na descoberta do Novo Mundo uma oportunidade e uma revelação para buscar recriar as coisas da religião e mesmo como preparação da Parúsia.

Podemos observar no ideograma seguinte, a convergência de várias “lendas proféticas”, basicamente a Idade do Espírito Santo (do calendário das Idades Divinas, com 1.250 anos cada, inspiradas no Apocalipse) de Joaquim do Fiori, e a “Idade do Diamante” de transição das Eras solares de 5 mil anos. Estes calendários geram duas lendas ou mitos milenaristas, respectivamente: o “Império do Divino” e o “Quinto Império”, e que acabam se confundindo na prática.


Muitas datas proféticas cercando o ano 2000 ficam no centro disto, tais como 1980 (Alice A. Bailey), 1999 (Nostradamus), 2005 (Eubiose), 2012 (maianismo), 2014 (Kaduri) e 2025 (Hinduísmo), todas fazendo referência à chegada ou ao retorno do messias ou do avatar (ainda que as pessoas não enxerguem e que o vulgo insista e até exagere no lado trágico da transição). Nas lendas lusitanas o Sebastianismo se fundiu ao messianismo.
Como o reino de Portugal nasceu próximo ao surgimento da “Idade do Espírito Santo” e se consolidou como “Império mundial” na abertura do “Idade do Diamante” –sendo o primeiro império europeu do ciclo colonial-, gerou-se esta dupla-lenda da “Império do Divino” e do “Quinto Império”.

O tema do “Império do Divino” foi um provável sincretismo lusitano, e o culto apareceu em Portugal junto à chegada dos Cavaleiros de Cristo (ex-Templários) àquelas terras. Já o Quinto Império possui uma gênese plural, mas temos a origem das modernas prospecções no padre Antônio Vieira através dos seus estudos bíblicos (famoso sonho de Nabucodonosor) e da “História do Futuro” -quiçá, o “duplo império” Brasil-Portugal lhe inspirasse deveras esta imagem futurista.
As Idades divinas envolvem “impérios” mais ou menos culturais ou espirituais. Com efeito, na Tradição de Sabedoria não se tem maior fixação pela política, e sim na cultura. Sabe-se das vicissitudes da política, o importante é que tudo se oriente pela Lei espiritual.
Tampouco importa que o Idade do Espírito fomente um Império de transição, o detalhe das mudanças de ciclos é de certa forma secundário ante a realidade da energia criadora e transformadora do Espírito.

Reminiscência antigas

Mas não foram somente os adeptos dos novos credos que viram na descoberta das Américas um sinal da Providência para o cumprimento dos seus sonhos. Outras crenças que há muito também se sentiam perseguidas, quiseram enxergar neste desdobrar de horizontes o reencontro de irmãos, como os judeus que viram nos ameríndios as “tribos perdidas” de Israel, quiçá o próprio Éden todavia preservado. Mais do que ninguém, os judeus prezavam as profecias da Quinta Idade através do sonho do rei da Babilônia descrito em Daniel, e através deles vieram os representantes do pensamento da Antiguidade para o Novo Mundo.



De passagem mencionaremos então certa contraparte profética que se manifestou fugazmente na ocasião das Conquistas, quando num primeiro momento algumas nações nativas viram nos invasores a volta dos seus próprios deuses, inclusive deuses associados à ideia da transição como sucede a Quetzalcoatl, a “serpente emplumada”, um nome notadamente relacionado ao Caduceu e, como tal, às estruturas-de-síntese da transição.

* Um período intermediário valeria portanto para as Eras zodiacais de 2.160 anos, ocupando um total de 432 anos para a completa compenetração de uma Nova Era, ainda que na fase central esta já exista ativamente embora de maneira sutil ou, simbolicamente falando, "infantil".
** Aqui já encontramos um profuso detalhamento de ciclos antropológicos, civilizatórios, sociais, geracionais e até individuais, além de conexões importantes com astrologias de várias tradições. Neste sentido, a Doutrina Cronocrator é aquilo que está por detrás de muitas visões calendáricas, seja ciclos sociais ou projetos civilizatórios milenaristas. 
*** Se costuma interpretar a tripla-geração da Fênix (que coloca três ovos antes de morrer) como sendo os três ciclos de 500 anos contidos no grande ciclo Sótico de 1.461 anos. No entanto, vale notar que três destes ciclos maiores também integram um período de 4.386 anos, semelhante ao ciclo caldeu de 4.320 anos (dupla Era astrológica, ou quase uma Era solar, com suas divisões centrais), e que não deixa de representar uma versão “ampliada” da Fênix. O ciclo de 500 anos é uma variação (ou arredondamento, pela inclusão das transições) do baktun de 400 anos.

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* Luís A. W. Salvi é autor polígrafo com cerca de 150 obras, e na última década vem se dedicando especialmente à organização da "Sociologia do Novo Mundo" voltada para a construção sócio-cultural das Américas.
Editorial Agartha: www.agartha.com.br
Contatos: webersalvi@yahoo.com.br 
Fones (51) 9861-5178 e (62) 9776-8957

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